कोंडो/अपार्टमेंट - T2 - बिक्री के लिए - Loures, Loures


Empreendimento Loures Alta - T2 Duplex

Loures - Loures, Loures
ID: 122181236-88
कुल कमरे:
3
बेडरूमों की संख्या:
2
बाथरूमों की संख्या
2
कुल वर्गमीटर
200
लॉट आकार:
530,00
लॉट आकार (मी²)
46.160
निर्माण वर्ष
2019
Parking Spaces
2

मंज़िलों की संख्या:
8
मंज़िल स्तर
6
Português
Disclaimer:
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Novo empreendimento em construção a 10 minutos de Lisboa, numa zona calma com bons acessos para A8, CREL, IC17, as cozinhas estarão equipadas com Placa, Forno, Exaustor e TermoAcumolador… Loiças Suspensas, acabamentos de qualidade, todos os apartamentos possuem garagem, varanda e uma boa exposição solar


Condições de Pagamento:

- Entrada inicial para o Contrato de Promessa de Compra e Venda com 10%;

- Reforço de 10% de 4 em 4 meses;

- Remanescente pago à escritura após a conclusão da obra/Licença de Habitação;

- Tempo de obra 18 meses;

Venha conhecer o NOVO EDIFICIO Loures Alta em planta e fotos 3D
Community Description

egundo Mendes Leal, Loures foi povoação romana ainda no tempo de Cristo. Apresenta em abono da sua afirmação, o facto de ter existido um cemitério no local onde hoje se ergue a Igreja Matriz. É do conhecimento geral que os cristãos perseguidos procuravam lugares recônditos e de difícil acesso para prestarem culto aos seus mortos, evitando dar a conhecer as suas crenças, a fim de escaparem às perseguições das autoridades romanas. Sem recusarmos a tese de Mendes Leal, poderemos acrescentar mais uma razão para que Loures já existisse durante o domínio romano na Península Ibérica. A civilização Castreja, que lhe é anterior, está presente em vários outeiros da região. Foi sob a influência dos romanos que os povos indígenas se decidiram a ocupar os terrenos baixos, por serem mais produtivos. Razões defensivas os atraíram aos montes. Razões económicas os fizeram descer.

Tendo Loures um solo tão fértil, não é de estranhar que os romanos tenham forçado algumas tribos locais a cultivá-lo. As razões de ordem religiosa, embora expliquem muitos factos, não explicam tudo. Parece-nos que devemos ter em conta igualmente, as questões de sobrevivência. Depois dos romanos, aqui se teriam instalado os visigodos, um dos primeiros povos bárbaros a romper as barreiras que defendiam o Império Romano e a instalar-se dentro dos seus territórios. Após estes, no século VIII, chegaram os árabes. Segundo o autor acima citado, o Rei D. Sancho I, em 1178, verificando que os mouros de Lisboa submetidos ao domínio cristão por el-rei D. Afonso Henriques em 1147, se aliavam com os das cercanias, entre os quais, os de Loures, veio combatê-los aos locais onde residiam, com o auxílio dos Templários. Em recompensa dos serviços prestados, essas terras foram entregues à referida Ordem, e aqui estabeleceram os monges-guerreiros, em 1178, o seu vigésimo oitavo mestrado.

Pelo menos assim o entendeu o Rei de França, Filipe, o Belo, que tudo fez junto da Cúria Romana para que esta Ordem fosse extinta, o que de facto aconteceu em 1311. O Papa entendia que os bens destes monges eram propriedade da Igreja, e sendo assim, Portugal e todos os países onde eles os possuíssem, seriam altamente lesados. O Rei D. Dinis, que a esse tempo reinava, acrescentando às suas reconhecidas capacidades de bom administrador, grandes dotes de diplomata, encontrou uma forma airosa de impedir a saída desses bens, sem entrar em conflito com o Papado. Propôs a este a criação de uma nova Ordem em Portugal, à qual fossem entregues todos os bens dos Templários. A proposta foi aceite e assim nasceu a Ordem de Cristo, que passou a ser proprietária das terras de Loures. Não se estranhe, portanto, que no século XIV se passe a falar desta, deixando de fazer referência à anterior. Não esqueçamos contudo, que foram os primeiros que edificaram a Igreja sobre as ruínas de outra, que dataria do século IV d.c., erguida junto ao cemitério pelos cristãos, e que ainda devia existir quando se verificou a invasão árabe.

Uma das obrigações assumidas pelos Templários era a reedificação de Igrejas cristãs, em locais onde se provasse que tinham existido. Isto vem reforçar a ideia da existência de um templo naquele local, anterior ao século XII. Junto à igreja construíram também casas destinadas a cartório e moradias para os sacerdotes. Este lugar de culto sofreu várias reedificações, sendo a primeira a construção da nova torre, iniciada em 1620 e prevendo já a ampliação do templo, cujas obras começaram em 1695 e terminaram em 1781. As receitas obtiveram-se dos dízimos da comenda de Cristo e das dádivas do povo da freguesia. É esse templo que o convidamos a observar connosco. O exterior é simples e não revela a estrutura interior. A porta principal está ladeada por duas estreitas pilastras e encimada por um frontão triangular. Sobre este, rasga-se uma grande janela e de cada lado, uma fresta de altura um pouco inferior. No vértice, sobre a janela, um pequeno óculo. Todas estas aberturas estão emolduradas com pedra lióz. Rematam os dois beirais da cimalha, graciosos coruchéus. Um pouco recuada e do lado esquerdo, ergue-se a torre de base quadrada, elevando-se bastante acima do corpo da Igreja e tendo no andar superior quatro seteiras, abertas nas quatro faces, para os sinos. O interior é de três naves, ligando-se a central às laterais por cinco arcos de volta perfeita, assentes em grossas e pesadas colunas toscanas, com pinturas do século XVII. O tecto é uma abóbada de berço, ostentando igualmente pinturas seiscentistas. A riqueza decorativa de toda a igreja é notável, acentuando-se na capela-mor. O retábulo de talha dourada sobe até à cornija, ocupando toda a largura da cabeceira. Alguns pormenores de grande beleza chamam a atenção do observador – o sacrário esférico, as colunas torsas e os atlantes que servem de mísulas. O revestimento da superfície inferior das paredes é feito com mármores embutidos, de várias cores, de belo efeito decorativo, obra executada pelo Manuel Francisco Botelho em 1760. Dignos de menção ainda, dois altares colaterais, anteriores à reconstrução e nos quais se conservam pinturas em madeira, de princípios do século XVII, recentemente restauradas no Instituto José Figueiredo. Além destes, há ainda dois altares cavados nas paredes das naves laterais, onde existem retábulos pintados. O coro é de madeira policromada, com um tecto de caixotões do século XVII.

Em 1625 fundou-se a confraria de Nossa Senhora da Saúde e os seus membros mandaram revestir seguidamente o corpo da nave. Em 1700 foi melhorada com tribuna de talha dourada.

Exteriormente tem um traçado simples, apenas enriquecido pelo acolhedor alpendre, sustentado por pilares quadrados nas extremidades e duas colunas toscanas entre estes.

A tradição manteve viva, por várias gerações , a fama da protecção da Senhora da Saúde aos que a ela recorriam.Por isso todos os anos, no mês de Setembro, ali se faziam romarias, havendo uma primeira festa da iniciativa dos romeiros vindos de Lisboa, seguida de uma outra promovida pelos habitantes de Loures.

Já no século XIX, entre 1832 e 1834, a cólera morbus motivou o reavivar do culto a esta imagem seiscentista. O medo que o povo sentiu quando esta epidemia foi tal, que pediram a vinda da imagem de Montemor para a igreja de Loures, o que realmente se fez. Em procissão, devotadamente, o povo acompanhou o andor que transportou a milagrosa imagem até à igreja matriz, onde ficou exposta no altar, levantado no centro do templo, para que os devotos pudessem implorar a sua protecção. Só depois do flagelo passar é que regressou à sua ermida em Montemor.

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egundo Mendes Leal, Loures foi povoação romana ainda no tempo de Cristo. Apresenta em abono da sua afirmação, o facto de ter existido um cemitério no local onde hoje se ergue a Igreja Matriz. É do conhecimento geral que os cristãos perseguidos procuravam lugares recônditos e de difícil acesso para prestarem culto aos seus mortos, evitando dar a conhecer as suas crenças, a fim de escaparem às perseguições das autoridades romanas. Sem recusarmos a tese de Mendes Leal, poderemos acrescentar mais uma razão para que Loures já existisse durante o domínio romano na Península Ibérica. A civilização Castreja, que lhe é anterior, está presente em vários outeiros da região. Foi sob a influência dos romanos que os povos indígenas se decidiram a ocupar os terrenos baixos, por serem mais produtivos. Razões defensivas os atraíram aos montes. Razões económicas os fizeram descer.

Tendo Loures um solo tão fértil, não é de estranhar que os romanos tenham forçado algumas tribos locais a cultivá-lo. As razões de ordem religiosa, embora expliquem muitos factos, não explicam tudo. Parece-nos que devemos ter em conta igualmente, as questões de sobrevivência. Depois dos romanos, aqui se teriam instalado os visigodos, um dos primeiros povos bárbaros a romper as barreiras que defendiam o Império Romano e a instalar-se dentro dos seus territórios. Após estes, no século VIII, chegaram os árabes. Segundo o autor acima citado, o Rei D. Sancho I, em 1178, verificando que os mouros de Lisboa submetidos ao domínio cristão por el-rei D. Afonso Henriques em 1147, se aliavam com os das cercanias, entre os quais, os de Loures, veio combatê-los aos locais onde residiam, com o auxílio dos Templários. Em recompensa dos serviços prestados, essas terras foram entregues à referida Ordem, e aqui estabeleceram os monges-guerreiros, em 1178, o seu vigésimo oitavo mestrado.

Pelo menos assim o entendeu o Rei de França, Filipe, o Belo, que tudo fez junto da Cúria Romana para que esta Ordem fosse extinta, o que de facto aconteceu em 1311. O Papa entendia que os bens destes monges eram propriedade da Igreja, e sendo assim, Portugal e todos os países onde eles os possuíssem, seriam altamente lesados. O Rei D. Dinis, que a esse tempo reinava, acrescentando às suas reconhecidas capacidades de bom administrador, grandes dotes de diplomata, encontrou uma forma airosa de impedir a saída desses bens, sem entrar em conflito com o Papado. Propôs a este a criação de uma nova Ordem em Portugal, à qual fossem entregues todos os bens dos Templários. A proposta foi aceite e assim nasceu a Ordem de Cristo, que passou a ser proprietária das terras de Loures. Não se estranhe, portanto, que no século XIV se passe a falar desta, deixando de fazer referência à anterior. Não esqueçamos contudo, que foram os primeiros que edificaram a Igreja sobre as ruínas de outra, que dataria do século IV d.c., erguida junto ao cemitério pelos cristãos, e que ainda devia existir quando se verificou a invasão árabe.

Uma das obrigações assumidas pelos Templários era a reedificação de Igrejas cristãs, em locais onde se provasse que tinham existido. Isto vem reforçar a ideia da existência de um templo naquele local, anterior ao século XII. Junto à igreja construíram também casas destinadas a cartório e moradias para os sacerdotes. Este lugar de culto sofreu várias reedificações, sendo a primeira a construção da nova torre, iniciada em 1620 e prevendo já a ampliação do templo, cujas obras começaram em 1695 e terminaram em 1781. As receitas obtiveram-se dos dízimos da comenda de Cristo e das dádivas do povo da freguesia. É esse templo que o convidamos a observar connosco. O exterior é simples e não revela a estrutura interior. A porta principal está ladeada por duas estreitas pilastras e encimada por um frontão triangular. Sobre este, rasga-se uma grande janela e de cada lado, uma fresta de altura um pouco inferior. No vértice, sobre a janela, um pequeno óculo. Todas estas aberturas estão emolduradas com pedra lióz. Rematam os dois beirais da cimalha, graciosos coruchéus. Um pouco recuada e do lado esquerdo, ergue-se a torre de base quadrada, elevando-se bastante acima do corpo da Igreja e tendo no andar superior quatro seteiras, abertas nas quatro faces, para os sinos. O interior é de três naves, ligando-se a central às laterais por cinco arcos de volta perfeita, assentes em grossas e pesadas colunas toscanas, com pinturas do século XVII. O tecto é uma abóbada de berço, ostentando igualmente pinturas seiscentistas. A riqueza decorativa de toda a igreja é notável, acentuando-se na capela-mor. O retábulo de talha dourada sobe até à cornija, ocupando toda a largura da cabeceira. Alguns pormenores de grande beleza chamam a atenção do observador – o sacrário esférico, as colunas torsas e os atlantes que servem de mísulas. O revestimento da superfície inferior das paredes é feito com mármores embutidos, de várias cores, de belo efeito decorativo, obra executada pelo Manuel Francisco Botelho em 1760. Dignos de menção ainda, dois altares colaterais, anteriores à reconstrução e nos quais se conservam pinturas em madeira, de princípios do século XVII, recentemente restauradas no Instituto José Figueiredo. Além destes, há ainda dois altares cavados nas paredes das naves laterais, onde existem retábulos pintados. O coro é de madeira policromada, com um tecto de caixotões do século XVII.

Em 1625 fundou-se a confraria de Nossa Senhora da Saúde e os seus membros mandaram revestir seguidamente o corpo da nave. Em 1700 foi melhorada com tribuna de talha dourada.

Exteriormente tem um traçado simples, apenas enriquecido pelo acolhedor alpendre, sustentado por pilares quadrados nas extremidades e duas colunas toscanas entre estes.

A tradição manteve viva, por várias gerações , a fama da protecção da Senhora da Saúde aos que a ela recorriam.Por isso todos os anos, no mês de Setembro, ali se faziam romarias, havendo uma primeira festa da iniciativa dos romeiros vindos de Lisboa, seguida de uma outra promovida pelos habitantes de Loures.

Já no século XIX, entre 1832 e 1834, a cólera morbus motivou o reavivar do culto a esta imagem seiscentista. O medo que o povo sentiu quando esta epidemia foi tal, que pediram a vinda da imagem de Montemor para a igreja de Loures, o que realmente se fez. Em procissão, devotadamente, o povo acompanhou o andor que transportou a milagrosa imagem até à igreja matriz, onde ficou exposta no altar, levantado no centro do templo, para que os devotos pudessem implorar a sua protecção. Só depois do flagelo passar é que regressou à sua ermida em Montemor.

विशेषताएँ

2 Car Garage
Balcony
Concrete
Exterior Views
Garage
Parking
Lift/Elevator
Unfinished
Downtown
Good reachable traffic
Near Church
Near Fitness centre
Near Highway
Near Hospital
Near Public Transportation
Gas

ऊर्जा क्षमता

ऊर्जा दर आकलन (इनर्जी रेटिंग) भवन की तापमान संबंधी आवश्यकताओं की निर्देशिका है, और यह जाड़े और गर्मी के दौरान आरामदेह स्थिति के लिए आवश्यक तापीकरण और शीतलन के स्तर का संकेत देती है। A अथवा B ऊर्जा दर आकलन वाले भवन रहने के लिए अधिक आरामदेह हैं और उनके ऊर्जा संबंधी बिल कम होते हैं
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