Condo/Apartment - T3 - For Sale - Montijo e Afonsoeiro, Montijo


Edificios Vasco da Gama Montijo

Montijo e Afonsoeiro, Montijo
ID: 124141099-23
Total Rooms:
4
Bedrooms:
3
Bathrooms
2
Total SqM
273,35
Lot Size (m2)
224
Built Area (m²)
172
Year Built
2021
Parking Spaces
2

Num. of Floors:
4
Toilet Rooms:
2
Português
Disclaimer:
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Edifícios Vasco da Gama.

Localizada na região metropolitana de Lisboa, o Montijo é uma encantadora cidade com pouco mais de 50 mil habitantes. O município conta com praças, parques, museus e diversas opções de lazer e cultura.

A construção da Ponte Vasco da Gama, que liga as duas cidades, contribuiu ainda mais para o rápido acesso a Lisboa e ao seu aeroporto que fica a aproximadamente 15 minutos. Excelente oportunidade de um investimento seguro para o futuro.

Neste empreendimento pode encontrar apartamentos novos (em construção) com elevada qualidade de acabamentos e onde o arquiteto teve particular atenção à distribuição de áreas. São 40 apartamentos com tipologias T2, T3 e nos últimos pisos T2+1 (duplex) e T3+1 (duplex).

O valor de investimento é outra agradável surpresa com osT2 desde 189.000€ e os T3 com valores desde 235.000€. Fale connosco e descubra mais como ser parte deste projecto de futuro, seja para viver ou para investir.

Não deixe fugir esta oportunidade fale já connosco!!!

Community Description

O Montijo, que já foi Ribatejo, não chega a ser Estremadura e não é, certamente, Margem Sul. Mesmo que geograficamente o pareça. Já se chamou Aldeia Galega e é por isso que muitos ainda chamam aos seus habitantes de "Aldeanos".

Montijo é por muitos conhecido como dormitório de Lisboa, por ser a cidade ligada à capital através dessa ponte chamada Vasco da Gama.

Os Alcochetanos (de Alcochete, portanto) dizem que a ponte é "deles", que dali é que se vê a ponte e pardais ao ninho. Mas depois nós perguntamos-lhes pelo comboio e a coisa corre mal. Porque ser do Montijo, também é isto, viver uma rivalidade com Alcochete que resulta numa relação de amor-ódio, que, ainda assim, não nos impede ir lá ir beber uns copos. E porque os Alcochetanos nunca ultrapassaram esse desgosto de não terem comboio, mesmo que no Montijo também já não tenhamos.

Ser-se do Montijo é ter toda uma linguagem própria que mais ninguém entende. Dizer “tó”como interjeição de espanto para tudo e mais alguma coisa e chamar de “mandongo” a tudo o que estiver sujo ou desarrumado. Como se não bastasse todo esse vocabulário próprio, ser-se do Montijo é também trocar vogais, e passar a ser-se do “Muntije”, ou acrescentar, sempre que se fala dos “nóisses”.

Porque ser-se do “Muntije” é celebrar sempre os “nóisses”. O “nóisse” Pálinhe Futre, mesmo quando diz que “vão vir charters”, um Labreca, mais conhecido por Ricardo e por ter tirado as luvas a defender penaltis no “Eure” e a Taberna dos Cabrões, porque saiu na Time Out.

IIsto porque ser-se do Montijo é também comer muito bem e, sobretudo, comer muito porco, que é também conhecido por “tó” por estas bandas. É comer iscas nos “Cabrões”, entremeadas no Ilhéu e coiratos no “Cinco”. Quando não se come porco, vai-se à Bella Pizza, essa pizzaria onde se fazem os jantares de turma do secundário e onde se voltou mais tarde pelo saudosismo da bola de espelhos no teto, da luz vermelha e do concerto do Eros Ramazoti a passar em loop numa tela gigante. E onde a sangria é barata.

Ser-se do Montijo é ter-se muito orgulho em ser-se do Montijo, é rir de quando o resto do mundo não percebe o dialecto, é conseguir sempre descobrir mais uma palavra que afinal não é portuguesa e só Montijense. É trazer-se esse resto do mundo a tentar descobrir o que é o Montijo, o que é falar no Montijo e o que é que se come no Montijo, sem nunca conseguir explicar o que é isto de ser-se do Montijo, um quase mundo à parte.

fonte:https://24.sapo.pt/vida/artigos/ser-se-do-montijo
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O Montijo, que já foi Ribatejo, não chega a ser Estremadura e não é, certamente, Margem Sul. Mesmo que geograficamente o pareça. Já se chamou Aldeia Galega e é por isso que muitos ainda chamam aos seus habitantes de "Aldeanos".

Montijo é por muitos conhecido como dormitório de Lisboa, por ser a cidade ligada à capital através dessa ponte chamada Vasco da Gama.

Os Alcochetanos (de Alcochete, portanto) dizem que a ponte é "deles", que dali é que se vê a ponte e pardais ao ninho. Mas depois nós perguntamos-lhes pelo comboio e a coisa corre mal. Porque ser do Montijo, também é isto, viver uma rivalidade com Alcochete que resulta numa relação de amor-ódio, que, ainda assim, não nos impede ir lá ir beber uns copos. E porque os Alcochetanos nunca ultrapassaram esse desgosto de não terem comboio, mesmo que no Montijo também já não tenhamos.

Ser-se do Montijo é ter toda uma linguagem própria que mais ninguém entende. Dizer “tó”como interjeição de espanto para tudo e mais alguma coisa e chamar de “mandongo” a tudo o que estiver sujo ou desarrumado. Como se não bastasse todo esse vocabulário próprio, ser-se do Montijo é também trocar vogais, e passar a ser-se do “Muntije”, ou acrescentar, sempre que se fala dos “nóisses”.

Porque ser-se do “Muntije” é celebrar sempre os “nóisses”. O “nóisse” Pálinhe Futre, mesmo quando diz que “vão vir charters”, um Labreca, mais conhecido por Ricardo e por ter tirado as luvas a defender penaltis no “Eure” e a Taberna dos Cabrões, porque saiu na Time Out.

IIsto porque ser-se do Montijo é também comer muito bem e, sobretudo, comer muito porco, que é também conhecido por “tó” por estas bandas. É comer iscas nos “Cabrões”, entremeadas no Ilhéu e coiratos no “Cinco”. Quando não se come porco, vai-se à Bella Pizza, essa pizzaria onde se fazem os jantares de turma do secundário e onde se voltou mais tarde pelo saudosismo da bola de espelhos no teto, da luz vermelha e do concerto do Eros Ramazoti a passar em loop numa tela gigante. E onde a sangria é barata.

Ser-se do Montijo é ter-se muito orgulho em ser-se do Montijo, é rir de quando o resto do mundo não percebe o dialecto, é conseguir sempre descobrir mais uma palavra que afinal não é portuguesa e só Montijense. É trazer-se esse resto do mundo a tentar descobrir o que é o Montijo, o que é falar no Montijo e o que é que se come no Montijo, sem nunca conseguir explicar o que é isto de ser-se do Montijo, um quase mundo à parte.

fonte:https://24.sapo.pt/vida/artigos/ser-se-do-montijo

Features

Modern
Balcony
Garage with Automatic Door
Lift/Elevator
Unfinished
Fire Place
Country Side
Good reachable traffic

Energy Efficiency

The Energy Rating is an index of a building's thermal performance, indicating the levels of heating and cooling required to be comfortable in winter and summer. Buildings which achieve A or B Energy Rating are more comfortable to live in and have lower energy bills.
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